Biomedicina Estética: por que evitar a pós EAD?

Biomedicina Estética: por que evitar a pós EAD?

Há algum tempo, biomédicos têm procurado nosso blog para contar (e denunciar!) suas experiências com a pós EAD em Biomedicina Estética. Os depoimentos sempre trazem o mesmo final: frustração, decepção, além de encarar a realidade de que gastaram dinheiro à toa. 

Os profissionais da saúde que passaram por essa situação – não só biomédicos, mas enfermeiros, farmacêuticos, entre outros – relatam que a sensação é de retornar à estaca zero quando finalizam a especialização em Biomedicina Estética EAD. Isso porque, os conselhos rejeitam o certificado por não contar com aulas práticas necessárias, impossibilitando a atuação.

Segundo a Resolução Nº 197/2011, é necessário que a pós-graduação tenha, no mínimo, duração de 360 horas para que o Conselho Regional de Biomedicina do seu estado habilite a atuação do profissional no mercado da Saúde Estética. Além disso, a IES (Instituição de Ensino Superior) responsável por emitir o certificado precisa ser credenciada ao MEC. 

Mas mesmo a sua pós-graduação cumprindo a carga horária, pode acontecer do CRBM não habilitar o profissional esteta. Sabemos que o sentimento é de que foram enganados, porém é bem explícito – e até óbvio – que realizar uma vivência clínica na pós-graduação é fundamental para preparar o biomédico esteta para o mercado. 

Por isso, neste artigo trouxemos uma série de fatores que farão você entender porque deve evitar a pós EAD em Biomedicina Estética. Inclusive, você verá uma lista das disciplinas práticas obrigatórias de uma pós-graduação correta. Então leia esse texto até o final! 😉