

Laís Bianquini
Jornalista há mais de 10 anos, atua com conteúdo estratégico e SEO aplicado à Estética, conectando ciência, prática profissional e mercado para transformar conhecimento técnico em conteúdo claro e confiável.
October 19, 2021
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As Práticas Integrativas e Complementares são terapias consideradas complementares, pois elas não substituem o tratamento médico convencional oferecido para cada doença, mas elas contribuem para uma melhora acelerada do quadro. Podemos dizer que elas “nasceram” do senso comum, pois são terapias oriundas de conhecimentos tradicionais e servem para prevenir e colaborar no tratamento de diversas doenças. Entre as doenças que elas complementam o tratamento, podemos citar as doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, depressão, fibromialgia, entre outras. As Práticas Integrativas e Complementares já eram reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 1972, mas no Brasil isso só aconteceu em 2006, quando o Ministério da Saúde estabeleceu no Sistema Único de Saúde (SUS) a utilização através da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares. Atualmente, o SUS oferece 29 Práticas Integrativas e Complementares gratuitamente para o público. E por cuidar tão bem do corpo como um todo, não demorou muito para as Práticas Integrativas começarem a ser utilizadas na Estética.
A Saúde Estética veio para cuidar do corpo como um todo, seja na beleza exterior quanto interior, como para estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, uma vez que os procedimentos atuam diretamente na elevação da autoestima. Na biomedicina estética, quando o biomédico esteta analisa o quadro do paciente (caso ele seja um profissional da saúde integrativa), ele terá um olhar mais humano, profundo e amplo na hora de identificar o que pode ser feito nos tratamentos para melhorar a saúde dessa pessoa. Mas como assim? A Ma. Dra. Ana Carolina Puga, mãe da Biomedicina Estética e pioneira no ramo de Saúde Integrativa, deu um exemplo bem prático do diferencial de um profissional esteta e integrativo. “Vamos supor que esse paciente deseje um tratamento para gordura localizada, como intradermoterapia. Mas em sua investigação na avaliação você identifica que ele abusa dos doces, fuma, está acima do peso e faz ingestão de álcool com frequência. Você já consegue perceber que só a aplicação de enzimas não vai lhe dar uma resposta duradoura e satisfatória para o tratamento desse paciente”, ressalta a Dra. E é neste cenário que as Práticas Integrativas e Complementares entram em ação e fazem do biomédico esteta um profissional completo, disposto a atuar e complementar todos os tratamentos que irão, de fato, melhorar a saúde do paciente de forma integral.
São muitas Práticas Integrativas e Complementares que podem ser usadas por um profissional da biomedicina estética e Integrativa, listamos três abaixo:
Se especialize! Caso você esteja procurando uma pós-graduação na área de biomedicina, existem especializações voltadas para a área integrativa como a Pós em Ozonioterapia e Integrativa e a Pós em Naturopatia Quântica. Mas caso você já seja um biomédico esteta, mas deseja atuar também como integrativo, você pode fazer uma outra pós em Saúde Integrativa (como as citadas acima), ou fazer um curso prático híbrido de Ozonioterapia, por exemplo. Gostou de saber sobre a atuação do biomédico na Saúde Integrativa? Compartilhe com seus colegas de profissão! Deixe seu comentário e dúvidas sobre o tema aqui embaixo que responderemos pra você!
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