Quando falamos de estética não estamos nos referindo apenas à beleza exterior, mas também ao cuidado com a saúde do corpo todo. O mercado da Biomedicina Estética conduz este duplo caminho para uma vida mais saudável e, por este motivo, evolui cada vez mais.

Uma prova disso é que na pandemia, o mercado da estética não enfrentou problemas como os outros setores, mas se manteve em crescimento. Inclusive, segundo dados do Google Trends, somente em 2020 a procura por harmonização facial aumentou em 540% no País.

Não é à toa que a busca por especialização na área cresce substancialmente junto ao mercado, pois com as demandas em alta o setor tem portas abertas para profissionais capacitados.

Com tanta gente querendo dar uma atenção especial à saúde estética, fica claro que pacientes não faltarão para bons profissionais, não acha? Além disso, muitos biomédicos estetas não apenas encontraram oportunidades para atuar, mas também para empreender no ramo neste período.

Continue lendo e veja como o mercado para este setor está aquecido e pronto para receber você também.

Empreendedorismo na Biomedicina Estética

A carreira de biomedicina já não é mais a mesma desde que o profissional foi habilitado a trabalhar com estética, você já deve ter percebido, não é? Se antes os caminhos giravam entre laboratórios e clínicas, atualmente, o biomédico tem na estética a oportunidade de ter seu próprio negócio.

A Dra. Juliana Pedrosa é biomédica esteta e ozonioterapeuta e atua em Domingos Martins – ES. Desde que terminou sua pós-graduação trabalhava em busca do seu objetivo: ter seu próprio negócio.

“Hoje faz quatro meses que abri meu consultório. Está sendo muito bom, a procura está aumentando gradativamente e esse mês, em especial, foi o melhor desde quando abri”, comenta.

A biomédica esteta conta que durante esse período, a busca por procedimentos aumentou, principalmente, na área que ela atua: tricologia e a saúde integrativa envolvendo a ozonioterapia.

“Na tricologia foi devido a pandemia, pacientes que foram infectados estão sofrendo uma condição conhecida como eflúvio telógeno, que é uma queda de cabelo acentuada que ocorre após infecções virais. Essa queda inicia dois a três meses após a contaminação e pode persistir por seis meses em caráter agudo ou seis meses em caráter crônico”, explica.

No caso da ozonioterapia, a doutora explica que o aumento da procura também foi para cuidar dos efeitos pós-covid. Neste caso, os tratamentos são voltados para feridas (escaras de pressão), esquecimento, fortalecimento imunológico, queda capilar e fraqueza.

Além de realizar esses atendimentos, a Dra. Juliana também é professora e ministra cursos sobre ozonioterapia pelo País.

Parcerias na pandemia

No início de carreira na estética, é comum que os profissionais façam parcerias entre amigos. Até porque, para empreender, vai muito mais além do que apenas ser especialista em saúde estética. É necessário que também tenha conhecimento em como gerenciar um negócio.

É o caso do Dr. Sandro Pinho, que é biomédico esteta e mora em Belo Horizonte-MG. No momento ele trabalha com parcerias e aguarda o melhor momento para começar a empreender.

“Acho que para ter o próprio negócio, ainda me falta uma mente empreendedora, o que já tenho trabalhado em mim mesmo, afinal de contas, quero crescer cada vez mais”, explica.

Entretanto, no espaço onde atua, o biomédico notou que a busca por procedimentos estéticos aumentou e afirma que ela é incansável.

“Notei que a procura aumentou sim, afinal, dentro de casa o sedentarismo trouxe diversas disfunções estéticas, principalmente, relacionadas ao ganho de peso, o que chama a atenção dos procedimentos para emagrecimento e gordura localizada”, explica.

Quer ficar por dentro do universo da Biomedicina Estética? Não deixe de acompanhar nosso blog.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor insira seu comentário aqui!
Please enter your name here