Biomédica Esteta publica artigo científico sobre Alopecia Androgenética

Artigo científico publicado por biomédica esteta de São Paulo, fala sobre os tratamentos para Alopecia Androgenética
A alopecia androgenética (AGA) é a causa mais comum de perda de cabelo, afetando até 80% dos homens e 40-50% das mulheres durante a vida. Como é um problema aparente, a queda de cabelo afeta muito a autoestima das pessoas.
Hoje na biomedicina estética tratamos a alopecia androgenética com a intradermoterapia capilar, mas existem diversas substâncias no mercado que prometem sanar este problema, e é sobre isso que a biomédica esteta, formada pelo Nepuga, Estela Busanello fala no artigo “Alopecia Androgenética e dutasterida no cabelo – Mesoterapia: uma breve revisão”, publicado na revista científica Our Dermatology.
No artigo foram abordados a técnica de mesoterapia, a segurança e a eficácia desse procedimento, assim como o uso da dutasterida e alguns produtos químicos utilizados para o aumento do crescimento do cabelo.
Quer ler o artigo completo? Clique aqui.
Sou aluna do nepuga e queria transformar minha monografia em artigo. Como devo proceder, voces podem me orientar. Obrigada
Caroline onde vc quer publicar seu artigo? Ligue no Nepuga e tente contato com o prof. de Metodologia.
Biomédicos não devem tratar doenças ou desfunções dermatológicas-funcionais, o biomédico não é formado para isso e tão pouco na especialidade estética se prepara para tal contexto, cabe as doenças de todo o sistema tegumentar ser tratado pelo dermatologista e as disfunções dermatológicas ao fisioterapeuta dermato-funcional.
Só para notificar sobre a importância do seu comentário, eu parei em “desfunções”.
Idem!
???
Resta saber qual é a fundamentação que comprove que alopécia seja de fato uma doença, pois ninguém morre ou perde funcionalidade por queda de cabelo. E mesmo que fosse, o que não é, qual é a qualificação de um fisioterapeuta para tratar de doenças? E qual é a competência de um dermatologista curar a careca das pessoas ou essa “tal doença”? No máximo é considerada uma disfunção biopsicossocial, que afeta a autoestima das pessoas e que pode ser melhorada com tratamentos terapêuticos. Ninguém consegue determinar se uma alopécia está curada ou estacionada.