Os biomédicos estetas têm enviado diversas dúvidas sobre o tipo de aprendizado que a especialização em Antiaging agrega ao profissional da saúde estética.

Por isso, hoje o blog Biomedicina Estética trouxe um dos temas abordados em sala de aula pelos professores: a síndrome metabólica.

A síndrome metabólica e a insulina

Se ainda não ouviu falar dela, sabia que essa síndrome corresponde a um conjunto de problemas decorrentes da resistência insulínica. Pela dificuldade de ação da insulina, decorrem as manifestações que podem fazer parte da síndrome.

Não existe um único critério aceito universalmente para definir a Síndrome. Os dois mais aceitos são os da Organização Mundial de Saúde (OMS) e os do National Cholesterol Education Program (NCEP) – americano.

Porém, o Brasil também dispõe do seu Consenso Brasileiro sobre Síndrome Metabólica, documento referendado por diversas entidades.

A síndrome metabólica e seus critérios no Brasil

Segundo os critérios brasileiros, a Síndrome Metabólica ocorre quando estão presentes três dos cinco critérios abaixo:

  • Obesidade central – circunferência da cintura superior a 88 cm na mulher e 102 cm no homem;
  • Hipertensão Arterial – pressão arterial sistólica ³ 130 e/ou pressão arterial diatólica ³ 85 mmHg;
  • Glicemia alterada (glicemia ³110 mg/dl) ou diagnóstico de Diabetes;
  • Triglicerídeos ³ 150 mg/dl;
  • HDL colesterol £ 40 mg/dl em homens e £50 mg/dl em mulheres.

Pós-graduação, síndrome metabólica e o Antiaging

Em sua pós-graduação em Antiaging você irá aprender sobre essas disfunções metabólicas que não são catalogadas como doença, mas representam uma perda de performance humana.

Os professores vão lhe ensinar sobre os hábitos que você precisará mudar ou adotar para melhorar essas questões em seu organismo e evitar problemas futuros.

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