Como orientar seus pacientes sobre fotoproteção oral e por que indicar

Cada vez mais pessoas estão atentas aos cuidados diários com a pele. Afinal, a proteção devida pode evitar manchas, queimaduras, envelhecimento precoce e até problemas mais graves causados pela exposição ao sol, como o câncer de pele. Algumas já utilizam o tradicional protetor solar tópico, até mesmo em dias nublados. Mas sabia que a proteção […]

Cada vez mais pessoas estão atentas aos cuidados diários com a pele. Afinal, a proteção devida pode evitar manchas, queimaduras, envelhecimento precoce e até problemas mais graves causados pela exposição ao sol, como o câncer de pele. Algumas já utilizam o tradicional protetor solar tópico, até mesmo em dias nublados. Mas sabia que a proteção solar pode começar de dentro para fora?

Isso é o que garante o fotoprotetor oral, que ajuda o corpo a se proteger das agressões externas em todo momento e em qualquer lugar. Você, biomédico esteta pode aproveitar mais essa novidade e oferecer essa explicação para o seu cliente.  Continue a leitura e entenda tudo sobre o assunto!

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O que é fotoproteção e por que adotá-la?

Diferente do protetor solar tópico, a fotoproteção oral combate diretamente os efeitos da luz solar na pele. O objetivo é prevenir e corrigir os danos da exposição solar, através da neutralização dos radicais livres. Para que você entenda, quando a luz do sol atinge a pele, os radicais livres são liberados e desencadeiam uma série de reações que comprometem o funcionamento do sistema celular.

Com a recorrência, as células acabam perdendo a capacidade de defesa e deixam de se multiplicar corretamente. Os resultados podem vir em forma de manchas, flacidez e até câncer de pele. A fotoproteção pode ser conseguida através de alimentos que contenham determinadas vitaminas, mas também por meio de ingestão de cápsulas com substâncias que reduzem os efeitos nocivos da radiação solar.

Para quem a fotoproteção é indicada?

Os fotoprotetores são comercializados em farmácias especializadas e podem ser fabricados a partir da manipulação. Cada pessoa possui um histórico e necessidades diferentes, por isso, o indicado é buscar assistência profissional. Geralmente, é aconselhado iniciar o tratamento um mês antes da exposição ao sol intensa e de um a dois comprimidos por dia, enquanto estiver exposto.

Vale destacar que a fotoproteção oral não substitui a proteção tópica, sendo, porém, um complemento a esta, reforçando o sistema de defesa do organismo contra a radiação UV. Para o bom andamento do tratamento, a consulta a um especialista é fundamental. A pessoa pode procurar um biomédico esteta ou até mesmo farmacêutico esteta, caso tenha dúvidas sobre como funciona ou sobre qual fórmula optar.

Por que aplicar ou indicar a fotoproteção a seus clientes?

A defesa imediata principal contra os danos ambientais é a capacidade antioxidante da pele. No entanto, como explicamos, este sistema de defesa pode ser seriamente comprometido pela exposição à luz UV. Isso está relacionado ao estilo de vida do indivíduo, que pode ingerir poucos antioxidantes na dieta e ter altas taxas de estresse oxidativo.

Por isso, reforçar o sistema antioxidante da pele através de fotoproteção é uma excelente estratégia. O uso dos fotoprotetores trazem benefícios substanciais ao usuário, e isso deve ser destacado por você em sua clínica. Afinal, mais que uma mera tendência, trata-se de um tratamento comprovadamente eficiente.

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