Os médicos clínicos assinavam relatórios com doenças falsas mediante o pagamento de doentes que pretendiam obter pensões de invalidez

Porque ser picareta no Brasil se podem ser fora dele, não é mesmo? Em Portugal, três médicos foram acusados de fraudar o Estado em mais de 39 mil euros, cerca de R$175.000,00 e como foi feito isso? Nós explicaremos neste post.

Três médicos serão julgados sob a acusação de burla ao Estado, no Tribunal de Braga em Portugal. Os clínicos teriam assinado, mediante o pagamento dos pacientes, relatórios com doenças falsas para a obtenção de pensões por invalidez. Ao todo, estima-se que o Estado tenha sido burlado em mais de 39 mil euros.

Entenda como funcionava o esquema dos médicos

O esquema era simples. Um paciente pedia uma pensão por invalidez e tinha de a comprovar em encontro com uma junta médica nomeada para o efeito.

Quando esta dava um parecer negativo o interessado recorria ao clínico que, mediante um pagamento que podia variar de 2 a 3 mil euros, escrevia um atestado com doenças falsas.

Desta forma, solicitavam então um novo exame da situação, desta vez com recurso do serviço de verificação de incapacidades no qual se faziam no acompanhamento do clínico.

Destes 12 casos, apenas 6 conseguiram enganar a junta médica

A notícia avançada na edição pelo Jornal de Notícias de Portugal, o qual teve acesso à acusação, revela que foram averiguados 12 casos deste impasse, mas apenas 6 conseguiram enganar a junta médica, que consiste em decidir a situação de um determinado paciente,ou seja se ele tem ou não condições para trabalho, se a doença é passageira ou não terá cura, enfim inúmero fatores.

Segundo o Jornal de Braga, o principal médico acusado, digamos que seria a “cabeça” disso tudo, é um profissional de saúde de Barcelos, e lesou o Estado em 39 mil euros, valor que terá que pagar caso seja condenado.

Na fase de inquérito, este médico pediu a suspensão provisória do processo, uma vez que alega não ter antecedentes criminais. Disse ainda que vai pagar o montante que lhe foi cobrado, mas o Ministério Público não aceitou devido ao número elevado de crimes.

Fonte: Diário de Notícias

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