Perda de massa óssea pode ser revertida com modulação hormonal

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Saiba como a modulação hormonal pode reverter a perda de massa óssea
Você já parou para pensar em como anda a situação de sua massa óssea? Geralmente as mulheres se preocupam com as questões mais comuns relacionadas aos cuidados com a saúde, mas não sabem ou ainda não pararam para refletir sobre as variações hormonais e como elas afetam seu organismo.
O IBGE tem divulgado que a expectativa de vida do brasileiro tem aumentado, portanto já está na hora de se preocupar se você está perdendo massa óssea, pois ela está relacionada ao declínio fisiológico e cuidar para que a reposição dela seja feita de forma eficaz vai ajudar no seu processo de envelhecimento.
Novas formas de tratamento e novos olhares estão sendo lançados sob a prevenção de doenças, um desses novos olhares vem do profissional especializado em Antiaging e Envelhecimento Saudável, a pessoa que você deve procurar para ajudá-lo a se antecipar sobre problemas futuros de saúde, combatendo-os de dentro para fora.
A perda de massa óssea está diretamente associada ao declínio fisiológico do hormônio do crescimento (GH)
Segundo o pesquisador Dr. Cassio Luis Giorgi, em uma publicação sobre o assunto, a reposição do hormônio do crescimento promove a reversão de funções exclusivas do organismo e melhora, por exemplo, o rendimento cardíaco, a recuperação da força e massa muscular, do humor, da memória, das funções sexuais e do sistema imunológico.
Pesquisa indica que a quantidade de brasileiros com perda de massa óssea deve aumentar em 32% até 2050, mas você não precisa fazer parte desta estimativa!
A perda de massa óssea, como o próprio nome diz, é uma disfunção que deixa os ossos porosos e aumenta o risco de rupturas. Um estudo realizado na Suíça, pelo International Osteoporosis Foundation, constatou que até 2050, só no Brasil, o número de fraturas decorrente dessa doença deve aumentar em 32%.
De acordo com a pesquisa, o aumento está relacionado ao envelhecimento da população, onde estima-se que o número de pessoas com mais de 70 anos crescerá 380% até 2050, e, 14% desse número são os brasileiros. Atualmente, calcula-se que a perda de massa óssea atinja mais de 3 milhões de pessoas no Brasil e a maior incidência está na mulher.
Para quem quer ficar fora dessa estimativa de doenças relacionadas ao envelhecimento, a modulação hormonal bioidêntica é um dos melhores métodos preventivos. A reposição de hormônios com bioidênticos (sua estrutura molecular é exatamente igual aos produzidos pelo organismo) reduz a massa gordurosa, diminui o LDL colesterol (colesterol ruim), aumenta o bom colesterol, melhora o desempenho sexual, os ligamentos e articulações, o sono e corrige a perda de massa óssea.
Combinar reposição hormonal bioidêntica com otimização de vitamina K2 e D3 reforça o combate a perda de massa óssea. As duas técnicas são utilizadas no tratamento Antiaging
Além da reposição hormonal bioidêntica, otimizar as vitaminas e minerais do organismo é fundamental na prevenção da perda de massa óssea, entre outras disfunções. A vitamina K2, por exemplo, é um dos nutrientes mais importantes para o organismo e é considerada uma potencializadora da vitamina D quando usada de forma combinada.
Dr. Cees Vermeer, um dos maiores pesquisadores em vitamina K, diz que muitas das pesquisas têm enfocado na interação entre a vitamina K2 e a vitamina D3, particularmente em termos de fortalecimento ósseo, fornecendo melhor qualidade de vida às pessoas.
Viu como é importante um tratamento com bioidênticos para a saúde de seu corpo? Esse é um tipo de tratamento que ocorre de dentro para fora. Profissionais da saúde, como os biomédicos estão se especializando cada vez mais nas técnicas Antiaging. A associação destas técnicas com os procedimentos estéticos tem feito muito sucesso nas clínicas de estética.
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