Projeto que regulamenta funcionamento de clínicas de estética é aprovado em segundo turno

A proposta também define que os locais onde são desempenhadas as “atividades não privativas da profissão de médico, não haverá necessidade de permanência de médico responsável”, garantindo assim o direito ao tecnólogo responder pela clínica ou consultórios de estética.
Em sua declaração para o portal da assembleia, o deputado Traiano defende a regulamentação, ressaltando que o projeto não isenta “o responsável técnico no caso de uma intercorrência médica grave, ou de uma interpretação leviana por parte do mesmo acerca de um caso clínico que requeira maiores cuidados”. Traiano lembra que a carência de regulamentação é prejudicial aos profissionais e aos consumidores, “que não sabem a quem recorrer ou qual profissional está tecnicamente habilitado para realizar os procedimentos de estética e beleza disponíveis no mercado”.
Atitude de países sérios que respeitam seus profissionais e valorizam os cursos que o próprio MEC autoriza.