Aluna do Nepuga investiga a importância dos peelings químicos no processo de rejuvenescimento da pele

A biomédica esteta Dra. Danielle Silva Souza, pós-graduanda do Nepuga (Núcleo de Estudos Dra. Ana Carolina Puga) investigou como os peelings químicos ajudam no processo de rejuvenescimento da pele. Seu trabalho foi desenvolvido como conclusão de fechamento do curso de pós-graduação da turma BHZ5 (Belo Horizonte), da qual ela fez parte e levou nota máxima […]

A biomédica esteta Dra. Danielle Silva Souza, pós-graduanda do Nepuga (Núcleo de Estudos Dra. Ana Carolina Puga) investigou como os peelings químicos ajudam no processo de rejuvenescimento da pele. Seu trabalho foi desenvolvido como conclusão de fechamento do curso de pós-graduação da turma BHZ5 (Belo Horizonte), da qual ela fez parte e levou nota máxima da instituição.

Conhecidos como quimioesfoliação, esses procedimentos consistem em aplicações de um ou mais ativos na pele, resultando em destruição de partes da epiderme ou derme, seguida da regeneração dos tecidos.

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De acordo com a pesquisa, alguns fatores que influenciam no processo de envelhecimento são eles: -Idade -Exposição à luz ultravioleta radiada pelo sol -Tabagismo -Ação excessiva de radicais livres -Hipoestrogenismo em mulheres, principalmente na menopausa -Cinética dos músculos da mímica ao longo da vida que produzem rugas dinâmicas

O envelhecimento da pele é um processo contínuo que afeta a aparência e também a função cutânea, como os indivíduos envelhecem em velocidades diferentes são necessárias várias alternativas para manter o aspecto jovial.

A origem dos peelings químicos

A origem dos peelings químicos é antiga. Em 1941 sua primeira documentação foi feita sobre sua utilização para tratamentos de cicatrizes.

Esses peelings são indicados para tratamentos de manchas, acne, redução de poros e linhas de expressão. Eles agem na pele através de três mecanismos: estimulação do crescimento epidérmico devido à remoção do estrato córneo; destruição de camadas específicas da pele lesada, indução de reação inflamatória profunda no tecido, mais profunda que a necrose produzida pelo agente esfoliante. Eles são fundamentais no processo de antienvelhecimento. Seus efeitos ocorrem de acordo com a molécula utilizada e aplicação realizada, podendo atingir a derme direta ou indiretamente, em diferentes profundidades.

Segundo dados apresentados na pesquisa, a aplicação de peeling resultou em até 25% no aumento da espessura da pele, melhora significativa das fibras elásticas, aumento da densidade de colágeno e reduz o processo de envelhecimento e outros agravos através do processo de esfoliação abrasão-descamação de células superficiais da pele, trazendo melhorias para o aspecto geral.

“Segundo estudos, há grande eficácia de peelings contra envelhecimento, principalmente fotoenvelhecimento, que é comum nos dias de hoje. Além do tratamento com peelings químicos resultar em uma pele bem cuidada, a maior satisfação é ver o aumento da autoestima dos pacientes que realizam esse procedimento”, ressalta a pesquisa.

Para acessar a pesquisa da Dra. Danielle na íntegra você pode clicar aqui. Este trabalho levou nota 10 no curso de pós-graduação em Biomedicina Estética de Belo Horizonte do Nepuga.

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