Preenchimento aplicado por médico e a morte da Finalista do Musa do Brasil

Uma das finalistas do concurso Musa do Brasil morreu após se submeter a um procedimento estético na última segunda-feira, no Rio de Janeiro. Segundo a organização do evento, a candidata, Raquel Santos sofreu uma parada cardíaca após realizar um preenchimento nos glúteos e no rosto para corrigir o bigode chinês, marcas de expressão. O médico responsável, Wagner […]
Preenchimento médico mata paciente
Uma das finalistas do concurso Musa do Brasil morreu após se submeter a um procedimento estético na última segunda-feira, no Rio de Janeiro. Segundo a organização do evento, a candidata, Raquel Santos sofreu uma parada cardíaca após realizar um preenchimento nos glúteos e no rosto para corrigir o bigode chinês, marcas de expressão. O médico responsável, Wagner Moraes, afirmou que o procedimento, simples e que foi realizado em dois minutos, e afirma que não foi o responsável pela morte da musa e disse ainda que a substância usada, o ácido hialurônico, não oferece riscos à saúde. De acordo com o boletim, durante o procedimento, Raquel começou a sentir falta de ar e arritmia cardíaca. Foi então levada ao hospital, porém, a candidata sofreu uma parada cardíaca e não resistiu. Raquel Santos tinha 28 anos e representava o estado do Mato Grosso no concurso Musa do Brasil. A modelo foi enterrada na tarde desta terça, em São Gonçalo, também na Região Metropolitana do Rio. Discurso oficial das associações médicas dermatológicas e de cirurgias, somente o profissional em medicina deve realizar procedimentos estéticos. A alegação é de que este profissional está apto a atender emergências como esta que aconteceu com a modelo. Porém, ao ser submetida  a um procedimento, considerado médico, a vítima não foi socorrida e  sim levada ao hospital para tentar reverter o quadro, fato que deveria ter ocorrido no próprio consultório, por meio de atendimento socorrista, pelo médico. As especialidades médicas que sempre recebem casos dessas naturezas são as de médicos socorristas e intensivistas, pois estes são realmente treinados e aparelhados para atender todos os tipos de vítimas. Para exercer a função de médico socorrista é necessário ter uma formação especial, o que inclui saber avaliar os riscos que o paciente corre e como proceder com poucos aparelhos médicos, limitação de tempo e no espaço reduzido das ambulâncias. Portanto, é preciso que a população se conscientize a respeito de determinados procedimentos estéticos que colocam em risco à vida das pessoas de maneira desnecessária. O médico especialista, que atendeu a modelo, se defende e aguarda o laudo do IML. O Biomédico ao realizar a especialização em Biomedicina Estética é obrigado a cumprir uma carga horária mínima exigida pelo MEC (em que apenas procedimentos estéticos serão abordados) de 360 horas, sendo que, do total destas horas, 70% é composta por aulas práticas. Na maioria dos cursos de pós-graduação em Biomedicina exige do aluno mais de 500 horas em sua carga horária para garantir seu certificado de especialista, sendo que todos os procedimentos autorizados são os mais seguros e passam por cuidados redobrados. Fonte: Notícias R7

Comentário (2)

  • Biomédico não é médico… Independente da carga horaria cumprida. Cada um no seu quadrado e respeitando suas limitações. Não conheço detalhes do caso e prefiro aguardar o parecer técnico antes de acusar levianamente qualquer profissional.

  • É óbvio que biomédico não é médico e nem queremos ser. No entanto, não foi nas mãos de um biomédico que esta moça morreu e sim, nas mãos de um MÉDICO. Então né… Por favor! E sim, cada um no seu quadrado, exatamente como os biomédicos fazem quando se tornam ESPECIALISTAS em estética. Sendo assim, um profissional mais do que apto a realizar procedimentos estéticos.

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