A professora Hellen Grepi, do Nepuga (Núcleo de Estudos Dra. Ana Carolina Puga) falou da importância do curso de peeling para o biomédico esteta que realiza esse procedimento.

Agora no verão, esse tratamento costuma ser muito procurado por pacientes. “Os peelings mais indicados para o verão são os superficiais e hoje temos grande relevância para o peeling sequencial, o aluno aplica o peeling com dois, três, ou até sete dias de sequência, mas esse é um tipo de peeling fraco, ele traz um conforto maior para o cliente”, explica a professora Hellen.

De acordo com ela, esse procedimento é feito em uma sequência de no máximo três aplicações no verão, para maior segurança para que os alunos consigam lidar com as intercorrências e evitar fortes reações inflamatórias no paciente.

“Nós ensinamos o aluno durante as aulas a saber lidar com as intercorrências, um dos efeitos que o peeling pode acarretar é o efeito rebote de hiperpigmentação – que é a maior preocupação quando se lida com ácido. Lidar com a inflamação que vai estimular um efeito do melanócito, que é a célula que produz o pigmento de nossa pele, para que ela não fique hiperativa e volte a pigmentar aquela região ou fique ainda mais escura do que estava antes”, explica a Dra. Hellen.

Por isso é importante que o aluno tenha um bom aprendizado sobre a base fisiológica, compreender bem procedimento para que consiga lidar com as intercorrências que podem surgir. O diferencial do curso do Nepuga é o suporte ao aluno no pós-aula, quando ele for realizar o procedimento que aprendeu na prática.

A professora também  falou sobre as associações que podem ser feitas com o peeling, para potencializar tratamentos estéticos.

“Nós trabalhamos com peeling químico como suporte de tratamentos, com ele podemos melhorar condição tecidual e hidratação pré Co2 fracionado, pré-agulhamento, ou microagulhamento; podemos fazê-lo como suporte de carboxiterapia, ou usar a carboxiterapa para melhorar e otimizar os resultados do ácido que aplicamos, podemos associá-lo ao Led e laser, que hoje são chamados de peelings fotobiomodulados, porque trabalham o processo evolutivo do ácido controlando com o Led e laser as reações que temos no pós-tratamento, podemos inibir a melanogênese, ou controlar a hiperpigmentação antes de qualquer procedimento invasivo, ou ate mesmo num procedimento de colocação de fios, preenchedores, toxina botulínica; melhorando o aspecto desse tecido, dando melhor elasticidade, para que quando o aluno fizer uma aplicação de injetável essa pele já tenha uma melhor condição para receber esse procedimento, melhorando as chances para que não fique marca ou sinal, para que os poros fiquem menos dilatados, para clarear as manchas, e tudo isso fazemos com o ácido. Para quem tem melasma e mancha crônica serve como suporte ou medicamento usado no dia a dia e o aluno prescreve esse ácido clareador durante todo o processo de acompanhamento do melasma”, explica Hellen.

Amplamente usado e podendo ser associado a todos esses procedimentos acima, capacitar-se no curso de peeling irá abrir uma grande gama de atuação e tratamentos que você poderá oferecer aos seus clientes.

 

 

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