Você sabia que a queda de cabelo pode estar relacionada ao desequilíbrio hormonal?

Vamos ser sinceros! Como é desconfortante pentear o cabelo e sair aquele monte de fios na escova, ou então, eles ficarem todos espalhados pelo chão Muitos sofrem com a queda de cabelo e existem vários fatores que levam a esse problema, entre eles o desequilíbrio hormonal. Os hormônios quando estão desregulados mexem na estrutura capilar, […]
queda de cabelo

Vamos ser sinceros! Como é desconfortante pentear o cabelo e sair aquele monte de fios na escova, ou então, eles ficarem todos espalhados pelo chão

Muitos sofrem com a queda de cabelo e existem vários fatores que levam a esse problema, entre eles o desequilíbrio hormonal. Os hormônios quando estão desregulados mexem na estrutura capilar, causando ressecamento, quebra e, por fim, a queda dos fios.
O cabelo é como se fosse o “cartão postal” das pessoas: está totalmente em evidência e influencia na autoestima delas. Reparem só como os cabeleireiros têm o poder de deixar as mulheres “pra cima” ?
Quando não estão bem, elas correm para o salão de beleza e se transformam, só pelo gosto de olhar no espelho e ver alguém bonita, cuidada e que se ama. Atitude como esta faz bem, mas a vontade de se cuidar deve começar de dentro para fora e é por isso que cada vez mais profissionais da área da saúde têm investido na estética interna das pessoas. O que isso significa? Significa que eles estão investindo em técnicas de Antiaging e de remodulação hormonal com bioidênticos. Esses tipos de tratamentos focam o intrínseco e extrínseco das pessoas.  Quando o organismo está saudável, ele deixa a pele, as unhas e os cabelos também saudáveis, o risco de efeitos colaterais no organismo é mínimo e ainda evitam patologias futuras, oferecendo para as pessoas uma vida mais saudável e longeva.

A influência da testosterona, do estrogênio e do hormônio tireoidiano na queda de cabelo

Diariamente, perdemos em média de 100 fios de cabelo, o que faz parte do processo natural de renovação dos fios. Não é possível contabiliza-los, mas quando eles começam a se juntar nos ralos, na escova, pelo chão e até mesmo no travesseiro, a atenção deve ser redobrada. A calvície, ou alopecia androgênica, acontece tanto nos homens como nas mulheres, porém elas não ficam completamente sem cabelo. O que acontece nelas, é que as regiões da parte de trás e do alto da cabeça vão ficando ralas e, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Restauração Capilar, entre 25% e 30% das brasileiras entre 35 e 50 anos apresentam ou vão apresentar algum grau de calvície. Já os homens têm maior tendência a serem calvos devida a maior produção de testosterona. A testosterona é convertida em DHT (dihidrotestosterona), um derivativo que se conecta aos folículos capilares e reduz suas operações, assim interrompendo a produção de cabelo. Conforme os folículos capilares do couro cabeludo recebem mais dihidrotestosterona, o cabelo começa a enfraquecer e perder a qualidade e volume, causando assim altos níveis de alopecia. Mas esse não é o único distúrbio hormonal que causa queda de cabelo, pois o estrogênio e o hormônio tireoidiano, quando desequilibrados, também podem influenciar diretamente na calvície. A falta desses hormônios pode acarretar tanto na perda dos cabelos como na textura deles.

Excesso de cortisol (hormônio do estresse) também causa a queda de cabelo, além de interferir na saúde da unha e da pele

Um estudo feito por Gideon Koren, da University of Western Ontário, do Hospital Meir, em Kfar Saba, Israel, mostrou que o cortisol produzido pela glândula suprarrenal, localizada nos rins, também está presente no cabelo. O cortisol ajuda o organismo a controlar o estresse, reduzir inflamações e auxiliar no funcionamento do sistema imune, além de manter os níveis de açúcar no sangue constantes, assim como a pressão arterial. Sempre que está em níveis altos, ele vai estar acompanhado de adrenalina, que por sua vez leva a uma vaso construção generalizada, ocasionando no ressecamento da pele, diminuição da irrigação do couro cabeludo (causando a queda de cabelo) e o efeito quebradiço das unhas. Então, se o problema principal da queda de cabelos for por questões de desequilíbrio hormonal, o desconforto de ver os fios soltos na escova ou espalhados pelo chão podem ser sanados com a remodulação de hormônios com bioidênticos e terapia Antiaging. O profissional da saúde que investe nesse tipo de tratamento, oferece à sociedade uma maior e melhor qualidade de vida, além de beleza e longevidade. As pessoas precisam entender que quanto mais cedo reconquistar o controle dos hormônios, mais cedo conseguimos “travar” a guerra com problemas como a queda de cabelo, obesidade e patologias relacionada ao envelhecimento.

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  • Acassia Maria Britto Guedes

    Achei interessante o artigo. Tenho uma pergunta. Se a mulher na menopausa faz terapia de reposição hormonal com testosterona manipulada e estriol. Caso o nivel de testosterona fique muitoooo elevado no exame de sangue isso pode ser uma causa de queda de cabelo tipo alopecia?
    E nesse caso é aconselhável parar a testosterona e deixar só o estriol?
    É reposição devido menopausa.

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