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Biomédica superou a depressão com a pós em estética

“VENCI A DEPRESSÃO E ESTOU AQUI”. COM APOIO DE SUA MÃE, MARIANA SUPEROU A DEPRESSÃO COM A PÓS EM ESTÉTICA E PROJETA SE TORNAR PROFESSORA DA ÁREA PARA CONTRIBUIR COM OUTRAS MULHERES

Alguns momentos em nossas vidas tendem a nos derrubar e é preciso juntar forças para vencer obstáculos e esta biomédica superou a depressão com a pós em estética e hoje quer ajudar outras mulheres

É incrível a forma que podemos mudar o curso de nossas vidas com simples decisões. São experiências que vamos conquistando ao longo da nossa existência que de certa maneira, influenciam em nosso modo de pensar, de agir e até de se relacionar com outras pessoas.

Em certas ocasiões, o destino acaba nos deixando em situações desconfortáveis onde não conseguimos forças para revidar ou reagir, fazendo com que os dias se tornem mais difíceis e sem perspectiva. Para combater esses momentos, é necessário que tenhamos ajuda, seja de um familiar ou de um amigo. O caso desta biomédica se encaixa nesta descrição.

Vamos contar uma parte da história da Mariana Gruszkowska. Biomédica formada pela ___ ela dedicou parte de sua vida acadêmica a pesquisa, que é uma de suas paixões. Foram oito anos envolvida com a biomedicina e pesquisas além de também contribuir com o ensino de outros formandos, afinal, ela atuou como monitora de anatomia enquanto se graduava.

Da vida de pesquisadora à entrada na estética

Quando concluiu sua graduação, Mariana deparou com a dificuldade do mercado de trabalho em apoiar a pesquisa e percebeu que o campo de atuação seria escasso.

Segundo Mariana, atuar com pesquisa no Brasil é um campo difícil de conseguir apoio, pois os investimentos, quando acontecem, são direcionados principalmente para universidades, e fora dela, o acesso a bons equipamentos ou locais que oferecem esse tipo de oportunidade são muito restritos.
Pensando no seu futuro, ela decidiu ingressar na especialização em estética, mas não foi tão fácil assim.

Durante toda a graduação, Mariana se aproximou do processo de pesquisas, e quando terminou sua formação, teve dias de luta contra a depressão. Sem perspectiva e com a falta de oportunidades, a Biomédica relata que foram dias difíceis, mas graças ao apoio de uma pessoa especial, esse triste momento em sua vida foi superado.

SUPEROU A DEPRESSÃO COM A PÓS EM ESTÉTICA

A pessoa “salvadora” para que Mariana estivesse hoje frequentando a pós-graduação em estética foi sua mãe. Mariana se emociona ao falar e com carinho relembra que foi ela que a orientou e a encorajou a buscar a estética como forma de enfrentar o quadro de depressão.

A mãe de Mariana teve papel importante e ativa na batalha que ela enfrentava. Foi através de sua mãe que Mariana conheceu a estética. Mari conta que a mãe, percebendo o estado dela, a presenteou com duas pós-graduação, uma em Anatomia e outra em Estética.

“Estava em depressão, e o anjo da minha vida, minha mãe, quis me dar algo para me tirar da daquela situação. Então ela me deu duas pós-graduações, uma em Anatomia, que era o que eu queria e outra em estética e me disse para tentar, e se não gostasse, tudo bem, mas que eu deveria tentar”, e prossegue: “Com isso me apaixonei pela estética, venci a depressão e estou aqui”.

O encanto pela estética e afinidades de procedimentos

Mari contou essa parte de sua vida com um grande sorriso no rosto. É nítida a sensação de felicidade ao relembrar que ela teve a oportunidade de enfrentar uma doença tão prejudicial, e com o apoio de sua mãe, que “segurou suas mãos”, saiu mais forte e feliz.

Durante sua especialização, Mari já observa quais áreas do corpo pretende atuar, e gostaria de realizar procedimentos corporais.

“Não sou muito fã da parte facial. Bioestimulador, fios e outros procedimentos não é minha praia. Quero trazer autoestima atuando com a parte corporal das pessoas. Gordura localizada, celulite, estrias, resolver essas necessidades. Essa é minha projeção de atuação”.

Ao conhecer e se aprofundar através da estética, Mariana observou as inúmeras possibilidades com o setor, tendo noção de que as chances de crescimento profissional são bem maiores ao decidir ser uma especialista desta área.

Finalizando sua especialização e se tornando uma biomédica esteta, ela projeta os próximos passos e um dos objetivos e a abertura de um local próprio.

“Acredito que a estética tem muito mais mercado para trabalhar. Me dá a opção de trabalhar para mim, abrir meu próprio negócio. Na pesquisa a gente depende muito de bolsa do governo, coisas que me limitavam muito. Então a estética vem para abrir meu leque de opções”.

Mariana pretende concluir a pós em estética e obter perspectivas melhores na carreira. Um dos fatores importantes é retribuir o apoio que a mãe deu para ela em uma fase difícil, já que a indicação em realizar uma especialização em saúde estética foi uma grande ideia.

“Viver de bolsa no Brasil é quase impossível, e a estética oportuna uma condição melhor de renda. A estética me dá a condição de ter uma vida melhor e até retribuir a minha mãe toda a ajuda que ela me deu, no futuro, quando ela precisar de mim”.

A vida acadêmica da Mari não acaba por aí. A biomédica ainda realiza outras duas pós-graduações, uma em Análises Clínicas e outra em Anatomia.

“Análises Clinicas é um pezinho de segurança caso aconteça algo (risos), e anatomia eu amo. Amo aprender e ensinar, mas quando eu entrei para a especialização eu vi que eu posso ensinar dentro da própria estética. Meu objetivo agora é me tornar uma professora de estética”.

“Quero ajudar outras mulheres a amparar outras mulheres”

Sua paixão em ensinar será levada para o ramo da estética. Mari conseguiu mudar sua vida e enfrentar seus obstáculos através dela. Sua intenção agora é poder compartilhar o que aprendeu e também transformar a vida de outras mulheres. “Quero ajudar outras mulheres a amparar outras mulheres”.

Segundo Mari, realizar a especialização em anatomia contribui muito com a sua evolução na estética. Ela conta que a troca de conhecimentos entre as especialidades são vantajosas.

“A pós em anatomia me ajuda muito. Vi muto sobre camadas da pele, muito mais aprofundado, o que me deixa com mais segurança para atuar na estética”

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