Falso médico é preso atuando em UPA de Belo Horizonte

O jovem de 22 anos informou que se interessou por medicina após ficar doente Um falso médico foi preso em Minas Gerais, após atender pelo menos quatro pessoas em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Belo Horizonte. O jovem de 22 anos, identificado como Gabriel Valentim Flores Cabral, alegou que teve a ideia depois […]

O jovem de 22 anos informou que se interessou por medicina após ficar doente

Um falso médico foi preso em Minas Gerais, após atender pelo menos quatro pessoas em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Belo Horizonte. O jovem de 22 anos, identificado como Gabriel Valentim Flores Cabral, alegou que teve a ideia depois de ficar doente e tomar alguns medicamentos. Enfermeiras perceberem que não havia qualquer consistência em alguns dos receituários entregues pelo estudante a pacientes e descobriram que Gabriel mentiu sobre a profissão. Elas alertaram um chefe sobre o que estava acontecendo, que decidiu comunicar a ocorrência à polícia.

O falso médico pintou e bordo na UPA. Ele estava usando um jaleco com bolso bordado com o nome “Dr. Gabriel Valentim”, tinha um estetoscópio e até carimbo com número de Conselho Regional de Medicina (CRM).

Tudo muito bagunçado, né? Que situação lamentável!

O rapaz foi liberado após depoimento, mas as investigações continuam. Ele poderá responder por usurpação de função pública e exercício ilegal da profissão.

Delegada dá mais detalhes sobre atuação do falso médico

Segundo a Delegada Adriana das Neves Rosa, responsável pela investigação, o suspeito fez contato com a Prefeitura e descobriu o nome de um funcionário da Secretaria de Saúde. Após obter os dados, ele entrou em contato com a UPA, se passando por um responsável da pasta e indicou duas pessoas que poderiam atuar como médicos no plantão da unidade. Olha que ousadia! 🤦‍♀️ Então, no dia 8 de junho, uma funcionária da unidade de saúde ligou para o farsante perguntando se ele estaria disponível para trabalhar naquele dia no local e ele aceitou a proposta.

“Ele conseguiu entrar porque já havia feito contato anterior, sabia o nome da médica que deveria ser substituída e informou na portaria que ela não iria. Como estava paramentado, nenhuma documentação foi solicitada”, revelou a delegada ao jornal Extra.

A polícia investiga se a atitude dele causou dano à saúde dos pacientes, ou até mesmo risco de morte. Além de tudo isso, a falta de controle e irresponsabilidade da diretoria UPA e da Prefeitura também são alvos de investigação. Fonte: Extra

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