Jornal O GLOBO: Dra. Ana Carolina Puga, presidente da Sociedade Brasileira de Biomedicina Estética (SBBME) age em defesa da classe

Assista a entrevista no Jornal O GLOBO sobre o erro estético biomédico

Olá Pessoal! Nós do blog Biomedicina Estética, publicamos recentemente a matéria da jornalista que escapou da necrose após o procedimento de rinomodelação, estão lembrados? Em defesa da Biomedicina Estética, a Dra. Ana Carolina Puga concedeu uma entrevista ao Jornal O Globo e destacou que os biomédicos estetas bem preparados, qualificados e habilitados podem sim fazer tal procedimento.

O caso repercutiu nas redes sociais após a jornalista, Priscilla Aguiar, publicar um artigo no jornal que é colunista sobre o procedimento de rinomodelação realizado com insucesso resultando em erro estético.

Confira o vídeo da reportagem do Jornal O GLOBO do dia 25 de maio de 2018:

Convenhamos que o jornal, de certa forma, puxa a “sardinha” para o lado dos médicos, não? Em algumas partes da reportagem, vocês poderão perceber isso!

Mesmo dizendo, em rede nacional, que a Sociedade Brasileira de Biomedicina Estética não recomenda o procedimento de rinomodelação, em seguida colocaram um médico dizendo que estão tomando medidas judiciais, pois os biomédicos estetas não são habilitados a realizar esse procedimento.

Qual é a seriedade desse jornalismo barato e de marca? Quem é a associação de cirurgiões plásticos para determinar o que um biomédico deve ou não fazer? Quem são os cirurgiões plásticos para ir contra o MEC e inúmeras Instituições de Ensino Superior que adotaram em suas grades curriculares a disciplina de biomedicina estética? Quem é a SBCP e os jornalistas para irem contra as decisões judiciais de 2 desembargadores federais do TRF-1 de Brasília (Dr. Marcos Augusto de Sousa e Dr. Paulo Roberto de Oliveira Lima) que mantém a atuação dos biomédicos estetas por justamente compreender que tais procedimentos invasivos estéticos em questão não invadem orifícios, não acessam órgãos internos e não tratam doenças? Portanto, não são de exclusividade médica!

Sabemos que existem inúmeras resoluções que amparam o exercício profissional do Biomédico Esteta dentro de limites estabelecidos e da legalidade. Ainda assim, médicos e jornalistas conluiados se acham no direito de disseminar que nós, biomédicos estetas, somos incapazes para prosseguir com este tipo de procedimento?

Desvio de foco na matéria da necrose nasal

Desta forma, como jornalistas também percebemos que na reportagem, o foco é desviado por diversas vezes ao informarem que o procedimento pode causar cegueira e outros inúmeros tipos de problemas.

O que cegueira tem a ver com a parte superficial de um nariz? Até mesmo o caso de obstrução arterial é um tremendo exagero.

Qual é o propósito da Globo patrocinada pela classe médica?

Através de um escândalo, ou seja, um fato exibido de forma exagerada, criam um factoide, uma espécie de fakenews, misturando uma série de fatos um em cima outro a fim de confundir toda audiência desses veículos de comunicação de massa.

Esse tipo de informação também confunde até mesmo médicos e profissionais da saúde. Imagine um doutor, que se depara com a manchete “necrose”: toda a sua visão e interpretação já estão sendo induzidas a entender de uma forma tendenciosa.

Estamos também sensibilizados pela jornalista, mas fragilizar o caso não dando uma versão ponderada dos fatos e aumentando demais as coisas para por a opinião pública contra os biomédicos estetas, não é correto. Aliás, grandes emissoras, jornais e sites são bons em fazer isso, não?

Você já se perguntou, quantos casos gravíssimos de erros estéticos cometidos por médicos e que levaram vários pacientes a óbito, sequelas, deformidades e amputação passaram despercebidos ou que, não ganharam a repercussão que deveria? Seria a banalidade do erro médico um álibi perfeito?

Para visualizar a nota da Dra. Ana Carolina Puga no Jornal O Globo na íntegra, baixe o conteúdo através do formulário abaixo:


Dra. Ana Carolina Puga em defesa da classe biomédica

Nós do blog, também tivemos acesso aos vídeos ORIGINAIS gravados pela Dra. Ana Carolina Puga antes de serem editados pelo referido jornal. Confira na íntegra os vídeos e tirem suas conclusões:

Reportagem Programa Jornal O GLOBO:

Dra. Ana Carolina Puga, Presidente da SBBME, defende o exercício legal do biomédico na estética (Parte 1)

Dra. Ana Carolina Puga comenta sobre a rinomodelação e declara a contraindicação pela SBBME (Parte 2)

Dra. Ana Carolina responde: O paciente que tem complicações pós procedimento deve procurar novamente o profissional esteta ou ir direto ao hospital para consultar? (Parte 3)

Quais os procedimentos estéticos não são recomendados pela SBBME devido ao alto risco em realizá-los? Veja a resposta da Dra. Ana Puga no vídeo abaixo: (Parte 4)

Entenda o laudo do erro estético

No dia 27 de abril de 2018, a jornalista Priscilla Aguiar se submeteu ao procedimento estético para deixar o rosto mais harmonioso.

No domingo, 29 de abril de 2018, segundo o laudo do hospital, Priscila chegou ao hospital com sintomas de infecção no tecido superficial na pele da ponta do nariz com uma lesão de aproximadamente 1,3 centímetros adentro do nariz. Os tecidos conjuntivos e ósseos constam no laudo como intactos.

O laudo tomográfico é de uma lesão, o que claramente não é de um caso de doença.

Esse exame de IMAGEM avalia o aspecto anatômico das estruturas. É uma prova cabal do estado físico inicial da paciente. Porém, a falta de fluxo sanguíneo não é visto diretamente pelo exame e sim em sinais clínicos indiretos.

Os sinais clínicos indiretos advém meramente da interpretação do médico. É sabido que um mesmo problema, diversos médicos dão diagnósticos distintos, pois varia de médico para médico. Há uma certa margem de acerto e erro.

Não querendo ser leviano, mas salta aos olhos que os sintomas não caracterizam oclusão arterial. Se isso tivesse acontecido os danos estéticos teriam sido muito mais graves.

Entenda por que o erro estético não causaria cegueira

Está descrito nos manuais nacionais e internacionais que preenchimentos próximos à região nasal podem incorrer em oclusão arterial. Por isso que a rinomodelacão com aplicação de AH é uma das mais temidas pelos profissionais estetas em todo o mundo.

Mesmo ela sendo possível de ser realizada sem falhas, inúmeras complicações e intercorrências estão associadas a este procedimento, sendo que qualquer profissional do menos ao mais experiente está sujeito.

Em cada ser humano existem individualidades, como por exemplo, a vascularização no rosto e nas estruturas anatômicas que variam em cada indivíduo. Então, ao se fazer uma aplicação com a técnica perfeita, complicações como oclusão arterial, oclusão de vasos sanguíneos, necrose, cegueira estão sujeitas a acontecer.

Lógico que mãos hábeis e experientes diminuem as chances disso acontecer, mas ainda que de certa forma com uma frequência baixa, tais problemas estéticos estão previstos sim.

Por exemplo, a artéria oftálmica pode ser acometida e causar cegueira, conhecida também como amaurose aguda. O que o caso em questão está totalmente afastado por vários motivos. Um deles é a quantidade injetada e o outro foi por onde foi injetado o produto, sendo que se fixou na pele e na cartilagem do nariz, não migrando para outra região.

Pelo entendimento de vários especialistas da área o que houve foi uma infecção local levando à má circulação do tecido, consequentemente uma má nutrição e posteriormente podendo evoluir para uma necrose se não fosse tratada a tempo, o que não aconteceu.

Outra evidência clara que concretiza a não oclusão arterial foi a conduta de recuperação adotada. Nenhuma das intervenções corretivas declaradas pelos profissionais médicos e vítima estão relacionadas a procedimentos de desobstrução da artéria nasal.

Portanto fica bem distante a hipótese de que houve a obstrução da artéria angular que faz a irrigação do nariz. Segundo inúmeros especialistas que acompanham o caso, esta tese de oclusão arterial não passa de SENSACIONALISMO.

A infecção ocorrida no local pode ter sido ocasionada por uma contaminação desde o produto, durante a aplicação, e no pós procedimento pela falta de cuidados da paciente.

Como por exemplo, não seguir as recomendações dadas pelo profissional biomédico esteta, sendo desde não usar maquiagem no local, evitar filtro solares e cremes nas primeiras 48hs entre outros cuidados de higiene básica necessários.

É muito leviano afirmar que houve uma obstrução arterial, como estão afirmando diante dos resultados de exames conclusivos e das possibilidades conhecidas por profissionais experientes.

Diante de todos estes fatos chega a ser uma inverdade da maneira como foram divulgados na mídia. Houve sim a complicação e aproveitaram para fazer toda essa DRAMATIZAÇÃO para se promoverem em cima da desgraça alheia.

Então, ao fazer rinomodelação e intervir na região em específico com ácido hialurônico se deve sim levar em consideração todas essas possibilidades e por a mão na consciência para pensar se os benefícios estéticos são maiores que os malefícios.

Errar é humano, julgar é desleal e antiético

Vivemos em um mundo que, julgar e apontar dedo para o próximo é mais fácil do que entender o que está havendo e buscar se informar sobre o assunto.

Como diz a passagem bíblica:

“Que atire a primeira pedra quem nunca pecou”

Vivemos em uma sociedade medíocre e que julgam as pessoas por tudo e contra tudo, isso porque TODOS estamos propícios ao erro. Somos humanos, errar é possível.

Nem mesmo médicos dermatologistas conseguem agir em conformidade da ética médica. É sabido que médicos não podem detratar outros colegas, sendo ou não da mesma profissão.

Dermatologista erro estético
Dermatologista infringe o código de ética para detratar profissional de outra profissão agindo por interesses corporativistas
dermatologista erro estético
Dermatologista se aproveita dos problemas de terceiros para se promover profissionalmente.

Na sequencia, médica dermatologista vira alvo de ex-paciente que a critica pelo seu próprio erro médico tão grave ou maior ao qual ela ataca.

dermatologista erro estético
Dermatologista é criticada por erro estético após denegrir imagem de outro profissional

Como diz o ditado popular adaptado:

Médica senta em cima do rabo, para falar mal do rabo dos outros…

Então, este é mais um indício verídico de que médicos estão livremente agindo de forma corporativista e antiética. Nada os impedem de emitir diagnósticos duvidosos sobre erros estéticos oriundos de colegas de profissões concorrentes, a fim de prejudicá-los, e pela obtenção exclusiva do mercado de trabalho.

Esse comportamento antiético de denegrir a imagem profissional de especialidades concorrentes tem sido incentivado de maneira institucionalizada tão somente na dermatologia e na cirurgia plástica. Que outras especialidades médicas estão ainda reclamando pelo ato médico?

A Lei do Ato Médico não assegurou a exclusividade médica nos procedimentos estéticos minimamente invasivos, considerados como os mais rentáveis e seguros. Apenas assegurou exclusividade nas intervenções cirúrgicas estéticas ou plásticas de alta rentabilidade e altíssimos riscos. Mas nem isso os deixam satisfeitos.

Estaremos acompanhando o desfecho deste caso e deixaremos vocês, leitores do blog, a par de tudo o que está acontecendo. Fiquem ligados.

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1 COMENTÁRIO

  1. Boa noite, fazem 60 dias que coloquei 6 fios de sustentação silhouette, e 19 dias depois minha dermatologista me recomendou a fazer um laser fraxx e o CO2, fiz tive uma complicação monstruosa e os fios não surtiram efeito algum e ainda fica aparente no meu rosto conforme a fala ou uma expressão. Tenho tds as fotos, se alguém puder me orientar ficaria grata.

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